
sexta-feira, 26 de junho de 2009
sexta-feira, 5 de junho de 2009
AGRADECIMENTOS
"Uma palavra que não representa uma idéia é uma coisa morta, da mesma forma que uma idéia não incorporada em palavras não passa de uma sombra."
Representação teatral
Adaptação de trecho do livro de Monteiro Lobato: A Aritmética da Emília.
Horário: 19:20 - 20:20
Local: Anfiteatro
Num olhar crítico quanto a proposta teatral, a peça foi muito bem produzida e "interpretada", sendo uma maneira didática diferente de trabalhar alguns conceitos matemáticos, onde se conseguiu envolver também a literatura de um dos maiores escritores infanto-juvenil, o nosso grande Monteiro Lobato. Essa apresentação só veio reforçar o que foi discutido na palestra de abertura dessa semana, ou seja, como descobrir maneiras de chamar a atenção dos alunos dentro de um sistema arcaíco de ensino. Com certeza quem estava presente no anfiteatro hoje conseguiu visualizar situações interdisciplinares que podem deixar as aulas divertidas e educativas ao mesmo tempo, então com certeza o trabalho lúdico é uma ferramenta importante para alcançar um objetivo específico, ou seja, a educação e a motivição dos nossos alunos.
Mesa Redonda
Horário: 20:30
Tema: Processos de Ensino e Aprendizagem em Matemática: que desafios são enfrentados em sala de aula ?
Participantes: Profissionais formados no curso de Matemática da FEMA
Local: Anfiteatro
No evento de encerramento da Semana de Matemática tivemos a oportunidade de debater sobre a situação do professor em sala de aula, o interessante foi composição da mesa que foi formada por profissionais licenciados na FEMA e que atualmente atuam na rede de ensino de Assis (pública ou estadual), teve momentos que ficou evidente a experiência e a falta dela, através dos discursos acalorados dos componentes da mesa, quando Prof. Diego teve a palavra percebemos a sua motivação, tudo é novo, tudo é maravilhoso, afinal é se formou a pouco tempo, em contra partida os outros dois convidados mostraram mais prudência e discernimento nos seus comentários, já passaram por essa fase do "querer abraçar o mundo". Esse tipo de mesa redonda é importante para que os futuros docentes tenham um noção básica do que os aguardam no decorrer da sua atuação dentro do sistema educacional.
Outro aspecto verificado durante o debate foi a inexperiência compreensiva da platéia nos seus comentários em relação ao que estava sendo debatido, afinal o verdadeio professor não é feito apenas de teória, só aprenderá na verdade os caminhos da profissão quando estiver numa sala de aula, onde ali sim, irá ganhar a experiência necessária para ser um bom profissinal.
“O saber que não vem da experiência não é realmente saber”Claudinei Camolesi
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Comunicações científicas
Horário: 20:00 - 22:50
Local: Anfiteatro
Na noite de quinta-feira no anfiteatro, assistimos várias exposições de iniciação científica onde o tema geral não saiu da linha de interesse dos organizadores, que desde o início desta semana vem direcionando o foco para a postura e os métodos pedagógicos que o professor deve adotar em sala de aula, também vimos um assunto interessante e intrigante sobre a obra de Lewis Carroll "Alice no País das Maravilhas" onde alguns conceitos matemáticos estão evidentes e obscuros conforme a releitura do Professor Rafael Pereira que trabalhou a interdisciplinalidade nos conteúdos pedagógicos, juntando o gosto de ler e a teória matemática.
Outro trabalho interessante foi a colocação do lúdico no ensino da matemática, até o momento um assunto normal e pesquisado por vários docentes, o interessante foi a fuga do lúdico que sempre foi voltado ao ensino infantil para uma aproximação com o ensino superior, afinal se a formação do professor for direcionada para alguns trabalhos diferenciados dentro das instituições de formação docente, provavelmente teremos professores voltados a diversidade de ensino, saindo do arcadismo e "normalidade" que é sugerida por algumas instituições, que pelo visto não é o caso de "alguns" professores da FEMA.
É de consenso que as Comunicações Científicas são extremamente importantes para o aprofundamento do ensino e principalmente para o envolvimento do comunicador com a sua linha de pesquisa, que faz com que se descubra caminhos e conceitos facilitadores para formação do público discente nas escolas públicas e particulares da rede de ensino e por outro lado faz com que a Instituição seja valorizada pelo nível de profissionais que coloca no mercado de trabalho.
"O professor não ensina, mas arranja modos de a própria criança descobrir. Cria situações-problemas."
Marcos André Vieira
Mini-curso II: Sólidos Geométricos: uma forma lúdica de aprender
Ministrantes: Gabriela Helena Geraldo Issa, Mauro Gonçalves Ribeiro Mendes (Fema - Imesa)
Horário: 19: 20 - 22:50
Local: Laboratório de Ensino de Matemática - Bloco 1
"Os sólidos geométricos são volumes que têm na sua constituição figuras geométricas e podem ser poliedros, se só tiverem superfícies planas, ou não poliedros, se tiverem superfícies planas e curvas.
No dia a dia encontramos objetos que se parecem com sólidos geométricos: a bola, que parece uma esfera; o dado, que parece um cubo; o autocarro, que parece um paralelepípedo; a lata de refrigerante, que parece um cilindro…"
Os alunos da FEMA (Imesa) Gabriela Helena Geraldo Issa, Mauro Gonçalves Ribeiro Mendes foram muito felizes na escola do tema do seu mini-curso, pois auxiliou alguns professores e futuros educadores que estavam participando do mesmo a ter uma visão mais ampla da importância de trabalhar com essas figuras fora da página do livro didático, mostrando que para um melhor aprendizado é necessário a visualização em 3D desses poliedros. Outra observação ressaltada pelos ministrantes, foi que não deve haver o comodismo por parte dos docentes, não se deve ensinar por ensinar sem o comprometimento que o assunto possa requerer, ou seja, há a nessidade de colocar a "mão na massa" e fazer da aula de matemática uma aula "divertida" e interessante para os alunos.
"Educai as crianças, para que não seja necessário punir os adultos."
(Pitágoras)
Marcos André Vieira
Segunda - Feira: (01/06)
Palestra: Aprendizagem Significativa de Conceitos Matemáticos
Palestrante: Profa. Dra. Maria Raquel Miotto Morelatti - Programa de Pós-Graduação em Educação da Unesp-Prudente/ Coordenadora do curso de Licenciatura em Matemática da Unesp-Prudente
Horário: 20: 30
Local: Anfiteatro da FEMA
Umas das maiores dificuldade do ensino da matemática é como ensinar, fazendo com que o aluno tenha interesse em desvendar alguns segredos relacionados a sua aprendizagem. A palestra ministrada pela Professora Maria Raquel teve o objetivo de acentuar a reflexão sobre alguns aspectos dessa questão.
Durante a sua apresentação alguns conceitos foram levantados, por exemplo:
- O que é matemática?
- A importância da matemática no dia a dia.
- Problematização da aprendizagem da matemática no mundo e a realidade brasileira.
- O paradoxo: sua necessidade e a dificuldade de aprender.
- Alguns exemplos práticos de como trabalhar os exercícios matemáticas de diversas formas.
Quando pensamos em alternativas pedagógicas de como trabalhar alguns conceitos específicos de uma determinada disciplina, temos que levar em conta diversas questões que se fazem presentes dentro do ambiente escolar, principalmente na rede pública estadual, porém percebemos que alguns professores que não estão diretamente ligados a essa realidade, mas apenas em ambientes de ensino superior, costumam orientar os seus alunos com atividades utópicas, que não seriam possíveis para uma aplicabilidade imediata dentro de sala de aula. Mas o que percebemos na palestra da Professora Dra. Maria Raquel que há por parte dela essa preocupação, sendo que mostrou algumas alternativas práticas de como ensinar e entrar no mundo dessas crianças, fazendo com que elas se interessem por matemática, principalmente se o professor contextualizar situações problemas com a vida e a realidade do aluno.
"A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo."
(Nelson Mandela)
Claudinei Camolesi
Marcos André Vieira
terça-feira, 21 de abril de 2009
Um olhar sobre a matemática, a escola e a sociedade.
No nosso dia-a-dia, nas salas de aula, em nossas casas, nas mesas de bares, nos mais diversos lugares, torna-se “lugar comum” ouvirmos comentários do tipo: “A matemática é pra poucos”, “A matemática é abstrata”, ”A matemática é a ciência exata”, “A matemática desenvolve o raciocínio lógico”. Até nos acostumaríamos com essas frases, se elas não nos doessem, nos gritassem e nos indicassem os sintomas de algo crônico e profundo. Como uma ferida cálida a nos incomodar. E, talvez o pior, é bem provável que pratiquemos essas idéias, ou talvez venhamos a praticá-las.
O que é verdade? O que é mito? Todos temos condições de aprender matemática? Ou realmente só alguns poucos? Muitas dessas afirmações já estão no inconsciente coletivo e popular, e são tidas como verdades absolutas, quando na verdade são frases ditas ao vento, vazias de significado se olhadas à luz de um espírito científico. Alguns de nós professores, mesmo sendo comprometidos com o ensino, acabamos acreditando nelas, e infelizmente acabamos por pautar nosso trabalho, com essa perspectiva, com esse olhar.
Parece-me bom e cômodo ensinar matemática, ou qualquer outro conteúdo, pra quem aprende com facilidade. Mas por que alguns têm facilidade em aprender e outros não? Essa é umas das questões relevantes, que urgem por nossa reflexão.
Poderíamos pensar então em identificar quais conteúdos um determinado sujeito teria aptidões pra aprender e ensiná-lo até esse ponto. Seria esdrúxulo: “Joãozinho você mostrou aptidão para aprender função do segundo grau”. Ou: “Pedrinho você tem aptidão para aprender Topologia, Álgebra, Análise...” Seria inusitada tal situação, inverossímil e improvável. Ainda bem!
[...]
Matemática e Linguagem - um diálogo possível e promissor
(por Ivanil C.S. Gomes)
segunda-feira, 30 de março de 2009
Aplicando jogos matemáticos em sala de aula

A interação aluno/professor nas aulas de matemática facilita o aprendizado.
Tudo começa na conscientização do professor de que:
• e devemos também tomar consciência de que não será no primeiro jogo aplicado que os alunos irão identificar o que fazer quando lhe é apresentado um jogo curricular e nem irá conseguir organizar mentalmente as fazes que deverá percorrer, tudo é um processo.
O professor deve estar sempre atento às novas formas de ensino, sempre focando o ensino na realidade de vida e aprendizado do seu aluno.
Por Danielle de Miranda
Graduada em Matemática
Equipe Brasil Escola
A Matemática no Ensino da EJA
A Matemática faz parte da grade curricular da EJA, sendo de grande importância na formação do caráter sócio-educacional do educando.
Busque avaliar o aluno de forma graduada, a EJA necessita de uma avaliação contínua e diferenciada dos modelos normais, realize trabalhos e pesquisas em sala, pois grande parte dos alunos dessa modalidade de ensino trabalha durante o dia, o que impossibilita confeccionar tarefas extraclasse, estimule o trabalho em equipe, a coletividade auxilia na busca por melhores resultados.
Mostre a importância da Matemática, o quanto ela é útil para a sociedade moderna, trabalhe com dados informativos, a interpretação e a análise de situações cotidianas contribuem para a autoconfiança do estudante.
Introduza nos planejamentos das aulas situações que envolvam os temas transversais: saúde, meio ambiente, orientação sexual, ética, relacionando-os com o ensino da Matemática.
Trabalhe a interdisciplinaridade: relacione a Matemática com outras disciplinas e áreas do conhecimento, como Biologia, Física, Química, Geografia, Contabilidade, Engenharia, Administração e etc.
Analisando, considerando e aplicando esses aspectos, o ensino da Matemática terá um resultado satisfatório, contribuindo para a formação de pessoas dinâmicas que poderão participar ativamente dos diversos ambientes de sociabilização.
Roberto Marinho
Por Marcos Noé
Graduado em Matemática
Equipe Brasil Escola
Bingo matemático, uma forma criativa de ensinar matemática.
Material:
É preciso ter fichas que contem a resposta de cada multiplicação feita nas cartelas.
Regras do jogo:
As regras são parecidas com a do Bingo tradicional.
• Construa a tabela e as fichas.
Por Danielle de Miranda
Graduada em Matemática
Equipe Brasil Escola
segunda-feira, 23 de março de 2009
O que o Blog auxilia na educação matemática nas escolas.
O Blog da Matemática pode conter uma coleção de tarefas da escola ou turma como: webquests, olimpíadas, tarefas, softwares etc.
Ele pode ser programado para todo o ano letivo e apresentar, de forma contextualizada todo o estudo realizado.
Conforme a orientação da Educação Matemática, o computador é um ótimo recurso para o estudo da mesma e se desenvolvermos as tarefas, justificando o conteúdo estudado no sentido do aluno entender a origem do assunto e o porque de estudá-lo, mais sentido haverá na realização do tema estudado.
Ensinar matemática tem sido tarefa difícil. Às dificuldades intrínsecas somam-se aos problemas causados por uma visão distorcida da matéria, estabelecida desde os primeiros contatos. Um desses problemas é exatamente a descontextualização, o que leva os professores a se defrontarem com perguntas do tipo: “Quem inventou isso não tinha nada para fazer"; "Para que estudar isso?”. É justamente pelo fato do estudo da matemática ter se tornado uma chatice, uma mesmice, decoreba que nossos alunos jovens e adolescentes não se sentem motivados a aprendê-la e a estudá-la.
É sempre importante desenvolver qualquer tarefa em Matemática explorando sua história e aplicações.
Como fazer?
1. Dependendo da organização pedagógica que vai realizar, o importante é começar construindo um projeto para todo o ano e com todos os alunos. Planejamento e ações claras promovem uma boa forma de registro de tarefas e assuntos.
2. O Blog tem que registrar o desenvolvimento da turma e alunos. Deixar claro que existe uma evolução, compreensão e interesse de todos.
3. Sempre é bom contextualizar antes o assunto registrando a história do mesmo. Por exemplo: Números astronômicos? Contas sem sentido? Grandes abstrações? Palavras e conceitos estranhos? Dificilmente seu aluno vai se interessar por essas velhas características do ensino de Matemática — e ele terá razão se disser que não vê utilidade em nada disso. A maioria das crianças desanima diante do ranço de complicação inútil. Mas, se o raciocínio for estimulado com jeito de brincadeira, na forma de charadas, jogos ou histórias de aventura, logo se nota que não é difícil cativar os alunos para a Matemática.
4. Uma finalização do ano letivo é sempre importante e o Blog pode ser usado também como o portefólio da turma para apresentar as tarefas e processos desenvolvidos aos pais e comunidade em geral.
Por favor! Deixe a sua opinião nos assuntos discutidos no blogger, seu comentário é muito importante. Obrigado.
sábado, 21 de março de 2009
O que é Matemática?
* Qual o caminho que a luz faz ao refletir numa superfície qualquer?
* Por que quando apertamos os pólos de um ovo não conseguimos quebrá-los?
