sexta-feira, 26 de junho de 2009



O LEGAL DISSO TUDO, É QUE ELE SERÁ EX-ALUNO, MAS O BONITINHO NÃO SERÁ EX-FILHO, A NOSSSA VANTAGEM AINDA É ESSA.


sexta-feira, 5 de junho de 2009

IX Semana da Matemática da Fema

AG
RADECIMENTOS


É de consenso que a Semana de Matemática da FEMA foi um sucesso, parabéns a todos os organizadores (professores e alunos) por oferecer essa oportunidade ímpar de reflexão sobre os aspectos que envolvem o Curso de Licenciatura em Matemática.

"Uma palavra que não representa uma idéia é uma coisa morta, da mesma forma que uma idéia não incorporada em palavras não passa de uma sombra."

Claudinei Camolesi
Marcos André Vieira

IX Semana da Matemática da Fema

Sexta - Feira: (05/06)

Representação teatral

Adaptação de trecho do livro de Monteiro Lobato: A Aritmética da Emília.

Horário: 19:20 - 20:20

Local: Anfiteatro

Num olhar crítico quanto a proposta teatral, a peça foi muito bem produzida e "interpretada", sendo uma maneira didática diferente de trabalhar alguns conceitos matemáticos, onde se conseguiu envolver também a literatura de um dos maiores escritores infanto-juvenil, o nosso grande Monteiro Lobato. Essa apresentação só veio reforçar o que foi discutido na palestra de abertura dessa semana, ou seja, como descobrir maneiras de chamar a atenção dos alunos dentro de um sistema arcaíco de ensino. Com certeza quem estava presente no anfiteatro hoje conseguiu visualizar situações interdisciplinares que podem deixar as aulas divertidas e educativas ao mesmo tempo, então com certeza o trabalho lúdico é uma ferramenta importante para alcançar um objetivo específico, ou seja, a educação e a motivição dos nossos alunos.

"O principal objetivo da educação é criar pessoas capazes de fazer coisas novas e não simplesmente repetir o que as outras gerações fizeram."

Mesa Redonda

Horário: 20:30

Tema: Processos de Ensino e Aprendizagem em Matemática: que desafios são enfrentados em sala de aula ?

Participantes: Profissionais formados no curso de Matemática da FEMA

Local: Anfiteatro

No evento de encerramento da Semana de Matemática tivemos a oportunidade de debater sobre a situação do professor em sala de aula, o interessante foi composição da mesa que foi formada por profissionais licenciados na FEMA e que atualmente atuam na rede de ensino de Assis (pública ou estadual), teve momentos que ficou evidente a experiência e a falta dela, através dos discursos acalorados dos componentes da mesa, quando Prof. Diego teve a palavra percebemos a sua motivação, tudo é novo, tudo é maravilhoso, afinal é se formou a pouco tempo, em contra partida os outros dois convidados mostraram mais prudência e discernimento nos seus comentários, já passaram por essa fase do "querer abraçar o mundo". Esse tipo de mesa redonda é importante para que os futuros docentes tenham um noção básica do que os aguardam no decorrer da sua atuação dentro do sistema educacional.

Outro aspecto verificado durante o debate foi a inexperiência compreensiva da platéia nos seus comentários em relação ao que estava sendo debatido, afinal o verdadeio professor não é feito apenas de teória, só aprenderá na verdade os caminhos da profissão quando estiver numa sala de aula, onde ali sim, irá ganhar a experiência necessária para ser um bom profissinal.

“O saber que não vem da experiência não é realmente saber”
Lev Vygotsky

Claudinei Camolesi
Marcos André Vieira

quinta-feira, 4 de junho de 2009

IX Semana da Matemática da Fema

Quinta - Feira: (04/06)

Comunicações científicas

Horário: 20:00 - 22:50

Local: Anfiteatro

Na noite de quinta-feira no anfiteatro, assistimos várias exposições de iniciação científica onde o tema geral não saiu da linha de interesse dos organizadores, que desde o início desta semana vem direcionando o foco para a postura e os métodos pedagógicos que o professor deve adotar em sala de aula, também vimos um assunto interessante e intrigante sobre a obra de Lewis Carroll "Alice no País das Maravilhas" onde alguns conceitos matemáticos estão evidentes e obscuros conforme a releitura do Professor Rafael Pereira que trabalhou a interdisciplinalidade nos conteúdos pedagógicos, juntando o gosto de ler e a teória matemática.

Outro trabalho interessante foi a colocação do lúdico no ensino da matemática, até o momento um assunto normal e pesquisado por vários docentes, o interessante foi a fuga do lúdico que sempre foi voltado ao ensino infantil para uma aproximação com o ensino superior, afinal se a formação do professor for direcionada para alguns trabalhos diferenciados dentro das instituições de formação docente, provavelmente teremos professores voltados a diversidade de ensino, saindo do arcadismo e "normalidade" que é sugerida por algumas instituições, que pelo visto não é o caso de "alguns" professores da FEMA.

É de consenso que as Comunicações Científicas são extremamente importantes para o aprofundamento do ensino e principalmente para o envolvimento do comunicador com a sua linha de pesquisa, que faz com que se descubra caminhos e conceitos facilitadores para formação do público discente nas escolas públicas e particulares da rede de ensino e por outro lado faz com que a Instituição seja valorizada pelo nível de profissionais que coloca no mercado de trabalho.

"O professor não ensina, mas arranja modos de a própria criança descobrir. Cria situações-problemas."

(Jean Piaget)

Claudinei Camolesi

Marcos André Vieira

IX Semana da Matemática da Fema

Terça - Feira: (02/06)

Mini-curso II: Sólidos Geométricos: uma forma lúdica de aprender

Ministrantes: Gabriela Helena Geraldo Issa, Mauro Gonçalves Ribeiro Mendes (Fema - Imesa)

Horário: 19: 20 - 22:50

Local: Laboratório de Ensino de Matemática - Bloco 1

"Os sólidos geométricos são volumes que têm na sua constituição figuras geométricas e podem ser poliedros, se só tiverem superfícies planas, ou não poliedros, se tiverem superfícies planas e curvas.
No dia a dia encontramos objetos que se parecem com sólidos geométricos: a bola, que parece uma esfera; o dado, que parece um cubo; o autocarro, que parece um paralelepípedo; a lata de refrigerante, que parece um cilindro…"

Os alunos da FEMA (Imesa) Gabriela Helena Geraldo Issa, Mauro Gonçalves Ribeiro Mendes foram muito felizes na escola do tema do seu mini-curso, pois auxiliou alguns professores e futuros educadores que estavam participando do mesmo a ter uma visão mais ampla da importância de trabalhar com essas figuras fora da página do livro didático, mostrando que para um melhor aprendizado é necessário a visualização em 3D desses poliedros. Outra observação ressaltada pelos ministrantes, foi que não deve haver o comodismo por parte dos docentes, não se deve ensinar por ensinar sem o comprometimento que o assunto possa requerer, ou seja, há a nessidade de colocar a "mão na massa" e fazer da aula de matemática uma aula "divertida" e interessante para os alunos.

"Educai as crianças, para que não seja necessário punir os adultos."

(Pitágoras)

Claudinei Camolesi

Marcos André Vieira

IX Semana da Matemática da Fema

Segunda - Feira: (01/06)

Palestra: Aprendizagem Significativa de Conceitos Matemáticos

Palestrante: Profa. Dra. Maria Raquel Miotto Morelatti - Programa de Pós-Graduação em Educação da Unesp-Prudente/ Coordenadora do curso de Licenciatura em Matemática da Unesp-Prudente

Horário: 20: 30

Local: Anfiteatro da FEMA

Umas das maiores dificuldade do ensino da matemática é como ensinar, fazendo com que o aluno tenha interesse em desvendar alguns segredos relacionados a sua aprendizagem. A palestra ministrada pela Professora Maria Raquel teve o objetivo de acentuar a reflexão sobre alguns aspectos dessa questão.

Durante a sua apresentação alguns conceitos foram levantados, por exemplo:

  • O que é matemática?
  • A importância da matemática no dia a dia.
  • Problematização da aprendizagem da matemática no mundo e a realidade brasileira.
  • O paradoxo: sua necessidade e a dificuldade de aprender.
  • Alguns exemplos práticos de como trabalhar os exercícios matemáticas de diversas formas.

Quando pensamos em alternativas pedagógicas de como trabalhar alguns conceitos específicos de uma determinada disciplina, temos que levar em conta diversas questões que se fazem presentes dentro do ambiente escolar, principalmente na rede pública estadual, porém percebemos que alguns professores que não estão diretamente ligados a essa realidade, mas apenas em ambientes de ensino superior, costumam orientar os seus alunos com atividades utópicas, que não seriam possíveis para uma aplicabilidade imediata dentro de sala de aula. Mas o que percebemos na palestra da Professora Dra. Maria Raquel que há por parte dela essa preocupação, sendo que mostrou algumas alternativas práticas de como ensinar e entrar no mundo dessas crianças, fazendo com que elas se interessem por matemática, principalmente se o professor contextualizar situações problemas com a vida e a realidade do aluno.

"A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo."

(Nelson Mandela)

Claudinei Camolesi

Marcos André Vieira

terça-feira, 21 de abril de 2009

Um olhar sobre a matemática, a escola e a sociedade.

No nosso dia-a-dia, nas salas de aula, em nossas casas, nas mesas de bares, nos mais diversos lugares, torna-se “lugar comum” ouvirmos comentários do tipo: “A matemática é pra poucos”, “A matemática é abstrata”, ”A matemática é a ciência exata”, “A matemática desenvolve o raciocínio lógico”. Até nos acostumaríamos com essas frases, se elas não nos doessem, nos gritassem e nos indicassem os sintomas de algo crônico e profundo. Como uma ferida cálida a nos incomodar. E, talvez o pior, é bem provável que pratiquemos essas idéias, ou talvez venhamos a praticá-las.

O que é verdade? O que é mito? Todos temos condições de aprender matemática? Ou realmente só alguns poucos? Muitas dessas afirmações já estão no inconsciente coletivo e popular, e são tidas como verdades absolutas, quando na verdade são frases ditas ao vento, vazias de significado se olhadas à luz de um espírito científico. Alguns de nós professores, mesmo sendo comprometidos com o ensino, acabamos acreditando nelas, e infelizmente acabamos por pautar nosso trabalho, com essa perspectiva, com esse olhar.

Parece-me bom e cômodo ensinar matemática, ou qualquer outro conteúdo, pra quem aprende com facilidade. Mas por que alguns têm facilidade em aprender e outros não? Essa é umas das questões relevantes, que urgem por nossa reflexão.

É comum ouvirmos a frase: “Ah! Professor não levo jeito pra Matemática”, justificando fracasso em provas ou não compreensão de um ou outro assunto da Matemática. Esse “não levo jeito” quer significar: “não tenho aptidão”. Será inata, essa aptidão? Pessoas têm ou não aptidão para a Música, para a Poesia. Mas, diferentemente da Matemática, Música e Poesia, ou qualquer outra atividade que supostamente exija aptidão específica, não são ensinadas compulsória e indiscriminadamente a todas as pessoas, em todas as escolas.

Poderíamos pensar então em identificar quais conteúdos um determinado sujeito teria aptidões pra aprender e ensiná-lo até esse ponto. Seria esdrúxulo: “Joãozinho você mostrou aptidão para aprender função do segundo grau”. Ou: “Pedrinho você tem aptidão para aprender Topologia, Álgebra, Análise...” Seria inusitada tal situação, inverossímil e improvável. Ainda bem!

E é comum vermos indivíduos altamente capazes e notáveis em suas áreas de atuação e muitas vezes esses indivíduos nem tomam conhecimento de Matemática. É normal, ao depararmos com essa postura, a interpretarmos como uma opção entre diferentes alternativas e nunca como um impedimento ou inaptidão para aprender Matemática.

[...]


Matemática e Linguagem - um diálogo possível e promissor

(por Ivanil C.S. Gomes)


Retirado do site: http://www.somatematica.com.br/artigos


Caro leitor desse Blogger, gostariamos que você desse sua opinião sobre essa matéria e outras já publicada no espaço.

segunda-feira, 30 de março de 2009

Aplicando jogos matemáticos em sala de aula















A interação aluno/professor nas aulas de matemática facilita o aprendizado.

O currículo proposto pela LDB não deve ser encarado pelo professor como algo a ser comprido a risca ou como um montante de conteúdos que devem ser aplicados a qualquer custo, sem possibilidade de mudanças. O educador deve estar atento ao que o currículo oferece e tentar evoluí-lo, acrescentar a ele recursos que possam facilitar e aprimorar o aprendizado do aluno. É aí que os jogos matemáticos entram.
Os jogos matemáticos não são as únicas formas lúdicas de trabalhar um conteúdo ou de evoluir o currículo, mas é uma das mais bem aceitas pelos alunos. A escolha de um jogo não deve ser aleatória, é necessário selecionar um conteúdo, relacionar conceitos, pensar em matérias, estudar contextos, observar os alunos e refletir sobre a eficácia do que é proposto. Com certeza, aplicar um jogo matemático que tenha relação direta com um conteúdo é muito trabalhoso, mas a resposta dos alunos é mais satisfatória do que a tradicional aula quadro e giz.
Depois que o professor passou por todas as fases citadas acima e escolheu um jogo para os seus alunos, ele deve ter em mente que esse jogo deve ser um fator motivador para que eles consigam entender o verdadeiro significado de alguns termos e conceitos matemáticos. O professor deve estar se perguntando como que o jogo vai fazer com que o aluno entenda melhor conceitos matemáticos?

Tudo começa na conscientização do professor de que:

• é importante aplicar na sala de aula o lúdico, tornar a educação matemática algo acessível não só dentro de sala de aula, mas no cotidiano do nosso aluno.

• e devemos também tomar consciência de que não será no primeiro jogo aplicado que os alunos irão identificar o que fazer quando lhe é apresentado um jogo curricular e nem irá conseguir organizar mentalmente as fazes que deverá percorrer, tudo é um processo.

Para que as aplicações dos jogos curriculares sejam positivas, esses devem fazer parte da estratégia pedagógica do professor durante todo o ano letivo, não deve ser trabalhado aleatoriamente e ao aplicá-lo deve dar ao aluno a oportunidade de comunicar, interagir para que formulem as suas próprias opiniões.
A interação, a comunicação com outros colegas tornará a linguagem cotidiana e a linguagem matemática uma ponte de diálogo entre os alunos e entre eles e o professor. A comunicação entre eles, a identificação, a relação do jogo com o conteúdo matemático tornará mais fácil e acessível a compreensão dos pontos importantes para uma perfeita comunicação matemática que são:
• Compreender enunciados orais e escritos.
• Exprimir oralmente e por escrito enunciados de problemas e conclusões.
• Utilizar a nomenclatura adequada.
• Interpretar e utilizar representações matemáticas.
• Transcrever mensagens matemáticas da língua materna para a linguagem simbólica e vice-versa.
Durante a aplicação do jogo o professor deve estar atento às reações dos alunos, se realmente estão mentalmente envolvidos, se conseguem identificar e interpretar as regras, se estão superando as dificuldades ou procurando uma estratégia. Esses são pontos identificadores para o professor avaliar se realmente o jogo aplicado está sendo aceito.
O jogo deve ser visto pelo professor como uma das várias estratégias pedagógicas e o sucesso da sua aplicação está diretamente ligado ao planejamento (como o conteúdo será abordado).

O professor deve estar sempre atento às novas formas de ensino, sempre focando o ensino na realidade de vida e aprendizado do seu aluno.

Por Danielle de Miranda
Graduada em Matemática
Equipe Brasil Escola

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A Matemática no Ensino da EJA

A EJA (Educação de Jovens e Adultos) é uma modalidade de ensino que abrange a formação tanto de jovens como de adultos, que não tiveram o privilégio de concluir os estudos básicos na idade apropriada. A educação é um direito de todos e a EJA tem por objetivo principal integrar esses cidadãos na sociedade, garantindo o direito à educação e escolarização.

A Matemática faz parte da grade curricular da EJA, sendo de grande importância na formação do caráter sócio-educacional do educando.
Ao adentrar na modalidade de ensino EJA, o professor deve mostrar a Matemática como uma ferramenta construtora do conhecimento e não uma disciplina cheia de regras e teorias decorativas que reprova. Deve-se aproveitar ao máximo a experiência de vida do aluno, estimular ideias novas, deixar que eles busquem na sua vivência soluções para situações problemas correlacionadas ao seu meio social.

Busque avaliar o aluno de forma graduada, a EJA necessita de uma avaliação contínua e diferenciada dos modelos normais, realize trabalhos e pesquisas em sala, pois grande parte dos alunos dessa modalidade de ensino trabalha durante o dia, o que impossibilita confeccionar tarefas extraclasse, estimule o trabalho em equipe, a coletividade auxilia na busca por melhores resultados.

Mostre a importância da Matemática, o quanto ela é útil para a sociedade moderna, trabalhe com dados informativos, a interpretação e a análise de situações cotidianas contribuem para a autoconfiança do estudante.
Introduza nos planejamentos das aulas situações que envolvam os temas transversais: saúde, meio ambiente, orientação sexual, ética, relacionando-os com o ensino da Matemática.
Trabalhe a interdisciplinaridade: relacione a Matemática com outras disciplinas e áreas do conhecimento, como Biologia, Física, Química, Geografia, Contabilidade, Engenharia, Administração e etc.

Analisando, considerando e aplicando esses aspectos, o ensino da Matemática terá um resultado satisfatório, contribuindo para a formação de pessoas dinâmicas que poderão participar ativamente dos diversos ambientes de sociabilização.

“Dando oportunidades iguais a quem a vida deu caminhos diferentes”
Roberto Marinho

Por Marcos Noé

Graduado em Matemática
Equipe Brasil Escola

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Bingo matemático, uma forma criativa de ensinar matemática.



Bingo é um jogo muito conhecido praticamente por todas as crianças e muito divertido. Aproveitando essa diversão, podemos torná-la educativa, transformando o bingo tradicional em um bingo matemático, veja como:

Material:
• Como no bingo tradicional é preciso de cartelas. As cartelas no bingo matemático são as operações de multiplicação, podendo ser substituídas por qualquer outra operação ou perguntas relacionadas a algum conteúdo matemático como situação problema.

É preciso ter fichas que contem a resposta de cada multiplicação feita nas cartelas.

Número de participantes: 2 ou 3, sendo que tem que ter uma pessoa pra sortear as fichas (respostas).

Regras do jogo:
As regras são parecidas com a do Bingo tradicional.

• Construa a tabela e as fichas.
• Cada participante escolhe uma tabela. Em seguida as fichas a pessoa que tiver responsável em retirar as fichas vão retirando uma a uma. A cada ficha, os jogadores devem procurar em sua tabela a multiplicação ou pergunta correspondente ao resultado sorteado e colocar um feijão sobre ela ou algo que possa estar marcando. Por exemplo: se a ficha sorteada for 24 a multiplicação que corresponder a esse resultado é 3x8 ou 4x6.
• Quem conseguir preencher toda a cartela primeiro grita “BINGO”, ganhando o jogo.

A estrutura do jogo Bingo pode ser aplicada com qualquer conteúdo. E uma maneira simples, prática, mas divertida de ter um instrumento de ajuda na aplicação de alguns conteúdos. Os pais podem estar utilizando esse tipo de brincadeira para estudar tabuada com o seu filho é um método menos desgastante para criança.

Por Danielle de Miranda
Graduada em Matemática
Equipe Brasil Escola

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segunda-feira, 23 de março de 2009

O que o Blog auxilia na educação matemática nas escolas.

O Blog da Matemática pode conter uma coleção de tarefas da escola ou turma como: webquests, olimpíadas, tarefas, softwares etc.

Ele pode ser programado para todo o ano letivo e apresentar, de forma contextualizada todo o estudo realizado.

Conforme a orientação da Educação Matemática, o computador é um ótimo recurso para o estudo da mesma e se desenvolvermos as tarefas, justificando o conteúdo estudado no sentido do aluno entender a origem do assunto e o porque de estudá-lo, mais sentido haverá na realização do tema estudado.

Ensinar matemática tem sido tarefa difícil. Às dificuldades intrínsecas somam-se aos problemas causados por uma visão distorcida da matéria, estabelecida desde os primeiros contatos. Um desses problemas é exatamente a descontextualização, o que leva os professores a se defrontarem com perguntas do tipo: “Quem inventou isso não tinha nada para fazer"; "Para que estudar isso?”. É justamente pelo fato do estudo da matemática ter se tornado uma chatice, uma mesmice, decoreba que nossos alunos jovens e adolescentes não se sentem motivados a aprendê-la e a estudá-la.

É sempre importante desenvolver qualquer tarefa em Matemática explorando sua história e aplicações.

Como fazer?

1. Dependendo da organização pedagógica que vai realizar, o importante é começar construindo um projeto para todo o ano e com todos os alunos. Planejamento e ações claras promovem uma boa forma de registro de tarefas e assuntos.

2. O Blog tem que registrar o desenvolvimento da turma e alunos. Deixar claro que existe uma evolução, compreensão e interesse de todos.

3. Sempre é bom contextualizar antes o assunto registrando a história do mesmo. Por exemplo: Números astronômicos? Contas sem sentido? Grandes abstrações? Palavras e conceitos estranhos? Dificilmente seu aluno vai se interessar por essas velhas características do ensino de Matemática — e ele terá razão se disser que não vê utilidade em nada disso. A maioria das crianças desanima diante do ranço de complicação inútil. Mas, se o raciocínio for estimulado com jeito de brincadeira, na forma de charadas, jogos ou histórias de aventura, logo se nota que não é difícil cativar os alunos para a Matemática.

4. Uma finalização do ano letivo é sempre importante e o Blog pode ser usado também como o portefólio da turma para apresentar as tarefas e processos desenvolvidos aos pais e comunidade em geral.


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sábado, 21 de março de 2009

O que é Matemática?

Podemos dizer que é difícil definir em poucas palavras o que é matemática, e toda definição não conseguirá expressar o grande complexo que é o significado da matemática; porém podemos tentar dar uma noção: A principio a palavra matemática deriva da palavra grega "matemathike" que significa "ensinamentos". A matemática é uma ciência formal (suas evidências e definições são independentes das outras ciências) que se baseia em: teoremas, fórmulas, etc, para chegar a conclusões teóricas e práticas. Ela também pode ser vista como um sistema formal de pensamento para reconhecer, classificar e explorar padrões. A matemática como uma expressão da mente humana, ativa os reflexos, o expressar da razão e o grande desejo pela perfeição em números, pois 2+2 = 4 e não = 5. É também chamada por muitos estudiosos de linguagem universal (a matemática é uma linguagem porque é formada por signos representativos e linguísticos que passam ideias e significados). Pode ser dividida em matemática aplicada com seus elementos básicos e a matemática pura.

Para que serve a matemática?

É o método mais eficiente de racionalizar a natureza e seus complexos de sentidos. Em razão da matemática, conseguimos desvendar e resolver um número bem extenso de problemas de diversas áreas da Ciência. Vamos a alguns exemplos:
* Qual a curva que liga dois pontos fixos?
* Qual o caminho que a luz faz ao refletir numa superfície qualquer?
* Por que quando apertamos os pólos de um ovo não conseguimos quebrá-los?
* Quanto é 2+2? Isto mesmo sem a matemática, nem esta simples operação você conseguiria resolver com tamanha facilidade.
É realmente interessante a Ciência Matemática e seus poderes de resoluções..

Qual a importância da matemática na sociedade?

Estamos cientes que, a parte mais simples e conhecida da matemática é a aritmética (operações com números). Imagine só se os números simplesmente não existissem em nosso mundo. Como seríamos? Como poderíamos receber nosso salário? Ou mesmo fazer um simples cálculo de idade. Um pouco complicado, não? Temos que admitir que estamos cercados por números! A qualquer lugar que você vá aparecerá a necessidade de quantificação, em outras palavras: números. Esta é talvez a principal teoria da matemática, mas não é a única, pois existem muitas outras as quais são também aplicáveis à sociedade.

http://www.juliobattisti.com.br

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Discutindo: Por que a matemática é o bicho-papão da escola?

Pior que o boitatá e a mula-sem-cabeça somente a matemática. Essa comparação de horror pode ser ouvida diariamente, ainda que em palavras diversas, em escolas particulares e públicas, do ensino fundamental e do ensino médio. Para os alunos, horror é tanto que, muitas vezes, perdura por toda a vida. Assim, não é incomum encontrar pessoas adultas que ainda carregam uma aversão à matemática, às vezes até traumatizadas por reprovações seguidas por causa de um desempenho insuficiente na disciplina.

Para ouvir o que alunos e mestres têm a dizer sobre o assunto, o fórum Discutindo lançou a seguinte questão: "Por que a matemática é o bicho-papão da escola?", sugerida por Joyce Moraes Pereira.

Diversas mensagens foram recebidas e quase todas foram enfáticas: a culpa é do professor. Antes que os mestres repliquem indignados, é preciso dizer que os missivistas não quiseram afirmar que a disciplina é terrível por conta de um sentimento sádico dos professores em relação aos alunos. Assim, não se fala que os mestres sejam uma espécie de carrasco dos números e operações matemáticas. Despreparo, condições indignas de trabalho, falta de orientação pedagógica, foram essas algumas das razões apontadas para indicar a figura do professor como responsável pela criação e perpetuação dessa imagem da disciplina.

A professora Cida também concorda que a aversão à matemática se deve aos professores. Depois de muito ouvir alunos da rede pública, ela considera que há uma falha na transmissão de conhecimentos. Os professores "são maravilhosos, sabem muito, mas ainda não se deram conta de que os alunos não sabem tanto quanto [eles]". Para que isso seja contornado, ela sugere que os professores se coloquem no lugar dos alunos. Essa dificuldade em ver o outro, ou de pensar o ensino colocando-se no lugar dos alunos.

Mas a resposta mais incisiva veio de Marcelo Mello, que concorda que a matemática ensinada nas escolas não é muito convidativa. Mas ele retorque: "Porém, a matemática voltada somente para a prática não o é". Para ele, há muito tempo diz-se que a matemática é o bicho-papão, mas pouco é feito para que isso se reverta: "o que mais me espanta é que ninguém toma uma atitude para que a disciplina não seja mais considerada vilã dos bancos escolares".

Marcelo Mello vai mais fundo e diz: "O mito que se criou em cima da matemática é coisa que deixa qualquer governo comunista de cabelo em pé. [...] Me dá muito medo quando uma corrente educacional começa a bombardear ideias de que certa disciplina é isso ou aquilo". De certa forma, Marcelo tem razão, pois, como os mitos, de tanto se afirmar que uma disciplina é um terror, ela se perpetuará e se cristalizará como um terror. "O mito que envolve a matemática é justamente por isto: não sei raciocinar logo, não sei viver", diz ele.

Assim, pelas respostas, percebe-se que uma mudança na prática pedagógica é bem-vinda, fazendo que a disciplina seja ensinada aos alunos de uma forma prazerosa e convidativa, além do equilíbrio entre teoria e prática. "A matemática instrui para uma vida sem muitas dificuldades", conclui Marcelo Mello.

Marcelo Bessa - Publicado em setembro de 2008

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